A tecnologia é, sem dúvida, um dos grandes avanços desenvolvido pelo homem. Hoje em dia, ela está presente, na maioria das vezes, em pesquisas e estudos científicos para inovar e facilitar a vida das pessoas. E essa união entre conhecimentos está dando resultados importantes à área da saúde. A criação de aparelhos tecnológicos para fins médicos é a solução para proporcionar a qualidade de vida que as pessoas tanto buscam.

E uma das empresas que está ganhando destaque no mundo com relação à produção de equipamentos científicos para a saúde é o Google [x], uma divisão da empresa Google, destinada a estudos e pesquisas científicas. O representante de pesquisas da empresa anunciou no início deste ano o mais novo investimento tecnológico dedicado à saúde do consumidor: o Google SmartContact. Trata-se de uma lente de contato inteligente que será capaz de medir o nível de glicose nas lá- grimas do portador, a cada segundo.

O dispositivo fará a medição usando um chip sem fio e um minissensor que serão encaixados dentro das lentes de contato. Porém, ainda está sendo desenvolvido o método de retorno do resultado que irá alertar o paciente quando o nível de glicose estiver acima ou abaixo do necessário.

Neste caso, o uso desta lente de contato inteligente seria a solução para os diabéticos, que poderão dispensar as terríveis picadas nos dedos e/ou no corpo, feitas para medir a taxa de glicose no sangue. O diabético chega a picar o dedo até dez vezes por dia para retirar gotas de sangue, com o intuito de controlar o nível de glicose.

De acordo com especialistas, os nossos olhos oferecem oportunidades únicas para o acompanhamento e melhoria da saú- de. Um bom exemplo disso são as lágrimas, consideradas uma das formas mais eficazes para medir a glicose no sangue. Isso porque os níveis de açúcar que aparecem no sangue são semelhantes aos da lágrima.

Além de ajudar os pacientes a controlar os níveis de glicemia pelo fluido lacri – mal, as lentes inteligentes ainda serão capazes de corrigir a visão de pessoas com presbiopia, aquelas que depen – dem do uso de óculos para ler. Esse dispositivo irá proporcionar uma visão de qualidade ao portador, ajudando – -o a restaurar o foco natural do olho com lente de contato ou intraoculares, como parte no tratamento da catarata.

Mas não basta ter uma tecnologia de ponta para desenvolver produtos cien – tíficos benéficos à saúde. Neste caso, conhecer o funcionamento do organis – mo também é fundamental para criar novos métodos. Para desenvolver o dispositivo, a empresa vai precisar do apoio de uma indústria ligada ao ramo de negócios. Segundo o site techno – logyreview.com, em julho deste ano, o Google fechou uma parceira com a companhia farmacêutica suíça Novar – tis, empresa que tem grande conhe – cimento em produtos e dispositivos médicos necessários para a produção de lentes.

Para realizar este processo de desen – volvimento, a Novartis selecionou a Al – con (divisão da empresa especializada em cuidados oculares) para licenciar as tão aguardadas “lentes inteligen – tes”. O acordo pode revolucionar a área médica e, principalmente, ajudar os pacientes a controlar doenças e aprimorar as suas condições humanas. O lançamento das lentes inteligentes no mercado ainda não foi divulgado.

fonte: http://www.cbo.net.br/novo/publicacoes/revista_vejabem_05online.pdf

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